Setembro Amarelo: como ajudar pessoas com pensamentos suicidas?

7

setembro amarelo, foi criado para conscientizar sobre a situação.

Segundo dados do Ministério da Saúde, o suicídio aparece entre as 20 principais causas de morte no mundo, e envolve pessoas de todas as idades. Os mesmo dados também levantam algo impressionante, que aponta para um suicídio a cada 40 segundos.

A biblioteca virtual em saúde do Ministério da Saúde, coloca que toda vida perdida representa um parceiro, um filho, um pai, um amigo ou um colega de alguém e para cada suicídio, aproximadamente 135 pessoas sofrem intensamente. Para cada suicídio, 25 pessoas fazem uma tentativa e muitas mais pensam seriamente nele. Isso equivale a 108 milhões de pessoas por ano sendo profundamente afetadas pelo comportamento suicida.

São registrados cerca de 12 mil suicídios todos os anos no Brasil. Trata-se de uma triste realidade, que registra cada vez mais casos, principalmente entre os jovens. Cerca de 96,8% dos casos de suicídio estavam relacionados a transtornos mentais. Em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e do abuso de substâncias.

Principais sinais de depressão:

– tristeza profunda;

– distúrbios do sono;

– pensamentos negativos;

– desinteresse e apatia;

– baixa autoestima;

– desleixo com a aparência;

– dores físicas;

– rejeição;

– irritabilidade;

– choro frequente;

– falta de vontade de fazer atividades simples;

– mudanças comportamentais bruscas;

– rejeição a determinados assuntos.

Expressão de ideias ou de intenções suicidas

Fiquem atentos para os comentários abaixo. Pode parecer óbvio, mas muitas vezes são ignorados:

– “Vou desaparecer.”

– “Vou deixar vocês em paz.”

– “Eu queria poder dormir e nunca mais acordar.”

– “É inútil tentar fazer algo para mudar, eu só quero me matar.”

Diante de uma pessoa sob risco de suicídio, o que se deve fazer?

Encontre um momento apropriado e um lugar calmo para falar sobre suicídio com essa pessoa. Deixe-a saber que você está lá para ouvir, ouça-a com a mente aberta e ofereça seu apoio.

Incentive a pessoa a procurar ajuda de profissionais de serviços de saúde, de saúde mental, de emergência ou apoio em algum serviço público. Ofereça-se para acompanhá-la a um atendimento.

Se você acha que essa pessoa está em perigo imediato, não a deixe sozinha. Procure ajuda de profissionais de serviços de saúde, de emergência e entre em contato com alguém de confiança, indicado pela própria pessoa.

Se a pessoa com quem você está preocupado(a) vive com você, assegure-se de que ele(a) não tenha acesso a meios para provocar a própria morte (por exemplo, pesticidas, armas de fogo ou medicamentos) em casa.

Fique em contato para acompanhar como a pessoa está passando e o que está fazendo.

Fonte: Acústica Fm

0 comentários

Enviar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Veja mais artigos

Alegria em dobro!

Alegria em dobro!

Na tarde da última quarta-feira (26), o Centro de Apoio aos Portadores de HIV/AIDS e Hepatites Virais (CAPHIV), promoveu mais um grande momento especial para seus residentes, unindo duas celebrações queridas: a tradicional festa de aniversário dos aniversariantes do...

Cores, música e expressão

Cores, música e expressão

Na última segunda-feira (24), o CAPHIV – Centro de Apoio ao HIV/AIDS e Hepatites Virais promoveu mais uma atividade especial de Carnaval. Desta vez, foi a oficina exclusiva para os homens, que confeccionaram gravatinhas carnavalescas em um momento de criatividade e...