Uma das perguntas que mais recebo é sobre as dificuldades de relacionamento de uma pessoa vivendo com HIV. Dificuldade que não deveria existir se o estigma fosse eliminado e nós falássemos mais abertamente sobre sexo.
Se a pessoa vivendo com HIV está indetectável, há pelo menos 6 meses, ela não transmite o HIV pela via sexual. Vamos aprender isso!
Colar no box do banheiro.
Espalhar cartazes na cantina.
Fazer uma programação neurolinguística. 🙏😂
#Indetectável = #Intransmissível
#i=i
Confirmando isso temos estudos como o #Partner e #Oppositesattract e outros mais.
Bônus: mesmo quando há alguma outra IST ou ejaculação, isso se mantém. Dica do meu guru do HIV @ricovasconcelos! He’s the BOSS. 🦁
Portanto, teoricamente, a PrEP estaria indicada naquela época em que o parceiro ou parceira ainda não está indetectável, como início de tratamento.
Entretanto, vejo casais #sorodiferentes em que a pessoa que não vive com HIV deseja utilizar a PrEP para não transferir a responsabilidade do seu cuidado para a outra pessoa. É o #autogerenciamento de risco. Assim, a pessoa não precisa contar com o fato de que seu parceiro tome a medicação, permaneça indetectável, pra diminuir seu risco de infecção.
Pra mim faz sentido também. O que precisa haver é diálogo e amor.
Pessoas vivendo com HIV transam, amam e se relacionam. Não são ameaças!
Ninguém faz um favor de se relacionar com elas.
Dê espaço ao seu parceiro pra falar sobre isso.
Muitos me perguntam como contar pro namorado ou namorada.
Qqr coisa me chame inbox ou aguardem o novo post.
PS: quem gostou da referência #pokemon? Eu acho tão fofo que espirrei glitter. 😵😂
Fonte: @doutormaravilha





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